Legado · Mestre e aluno
A história por trás da ECVOComo tudo começou.
Antes de existir uma escola, existiu alguém disposto a ensinar — e alguém disposto a reconhecer de onde veio.
A escolha
Um esporte que dependesse dele.
Antes das artes marciais, eu jogava futebol em uma escolinha e era um bom jogador. Mas, sempre que chegava a época dos torneios, as convocações acabavam favorecendo as mesmas pessoas. Frustrado com aquilo, pensei: preciso encontrar algo que dependa de mim.
Eu gostava de lutas desde garoto. Aos 13 anos, assisti ao filme Kickboxer e, logo depois, o filme O Grande Dragão Branco. Naquele momento, tive certeza: era aquela luta que eu queria praticar.
No começo, não tive o apoio dos meus pais. Até que pedi à minha mãe, como presente de aniversário, a oportunidade de treinar. Fomos à Academia Paiva, fiz minha matrícula e comecei. Desde então, disputei aproximadamente 300 lutas oficiais.
Trajetória competitiva
A escolha virou caminho.
Nesse caminho, formei quatro faixas-pretas e hoje já tenho tempo de graduação para o sexto dan. Minha última luta foi no Campeonato Brasileiro de 2017.
- 13
- anos quando escolheu as artes marciais
- ≈300
- lutas oficiais disputadas
- 2017
- ano da última luta
Marcelo PetinoMestre do professor Vinicius
A transmissão
O legado continua em quem reconhece o próprio mestre.
Ninguém chega longe sozinho. Marcelo Petino foi a pessoa que me ajudou desde os meus 15 anos no esporte. Aprendi que devemos desconfiar de quem não reconhece o próprio professor, de quem constrói uma história apenas sobre si mesmo e nunca consegue enxergar o valor do outro. Engrandecer quem nos ensinou também faz parte do caminho.
O próximo capítulo
Toda trajetória começa com a decisão de entrar no treino.
Conheça a ECVO, escolha uma modalidade e dê o primeiro passo com orientação.